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Professor que trabalha ao ar livre triplica o risco de câncer de pele






 
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Os professores de Educação Física certamente sabem do perigo. Ficar exposto diariamente ao sol aumenta o risco de quetarose actínica, uma lesão causada por dano solar e que pode levar ao câncer - entre 40% e 60% dos carcinomas começam por causa de queratoses mal tratadas (Danish Siddiqui/Reuters/Reuters)
Após cinco anos de trabalho, profissionais que realizam suas atividades ao ar livre têm três vezes mais chances de desenvolver câncer de pele do tipo não melanoma, quando comparados a outros trabalhadores. A conclusão é de um estudo publicado recentemente no periódico cientifico Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology.
Esse tipo de tumor é o mais comum entre os tipos de câncer de pele e corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil. "O câncer de pele não melanoma virou uma epidemia e a grande preocupação é que, nos últimos anos, a incidência na população jovem, na faixa dos 30 anos, aumentou muito devido à maior exposição ao sol desde cedo e ao fato de termos muitas pessoas com pele clara em um país tropical, como o Brasil.", diz Alexandre Filippo, dermatologista e presidente do Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.
Os pesquisadores concluíram também que ficar exposto diariamente ao sol triplica o risco de quetarose actínica, uma lesão causada por dano solar que pode levar ao câncer – entre 40% e 60% dos tumores começam por causa de queratoses mal tratadas.
As lesões da queratose se assemelham a "verrugas" vermelhas e ásperas, que descamam, mas nunca somem. Entre as opções de tratamento estão a crioterapia, a eletrocirurgia e, o mais comum, o uso de medicamentos tópicos. O grande problema dos medicamentos é a duração e os efeitos do tratamento que deixam os pacientes com o rosto vermelho e machucado de um a dois meses.
Devido ao significativo aumento do risco de câncer de pele nestes profissionais, um grupo de especialistas está batalhando para que as duas condições – câncer de pele não melanoma e a quetarose actínica – sejam reconhecidas como doenças ocupacionais. As discussões já chegaram ao Parlamento Europeu, mas o assunto ainda não foi debatido.



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