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Síndrome da banda iliotibial na Corrida





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Descubra as cinco lesões mais comuns entre os corredores 

A síndrome da banda iliotibial também é encontrada em esportes como o ciclismo ou aqueles que exigem movimentos repetitivos de flexão e extensão do joelho. Ela é caracterizada por dor na região lateral do joelho, e pode acontecer durante ou após a prática de esportes. Isso acontece pelo grande atrito que existe entre o trato iliotibial (região lateral do joelho) com a região lateral do fêmur. Esse atrito gera um processo inflamatório e, consequentemente, dor na região. Cada passo dado durante a corrida leva a uma pequena flexão e extensão do joelho, portanto, a cada movimento a banda iliotibial "raspa" na região lateral do fêmur.

A dor começa a se manifestar durante o treino e torna-se mais presente, ao longo do tempo, nas atividades diárias, como subir e descer escadas. Se não for tratada, pode levar os atletas a parar a atividade esportiva.

A síndrome da banda iliotibial pode se manifestar após a mudança do treinamento, com o uso de um calçado inadequado e/ou simplesmente com o fato de correr em solos irregulares. Esses fatores quando associados ao encurtamento da banda iliotibial, desalinhamento do joelho, rotação da tíbia (osso da perna) ou alterações no tipo de pisada, pode levar a processos inflamatórios e consequente afastamento do esporte.

No caso de surgir dor após uma corrida, pode-se aplicar uma compressa fria ou gelo no joelho, principalmente quando ele está inchado e vermelho, já que ajuda a diminuir a dor e a inflamação.

Coloque gelo no local da dor, durante 20 minutos, pelo menos duas vezes ao dia, e alongue e fortaleça os músculos posteriores e laterais (abdutores) da coxa. Para aliviar o desconforto, use um rolo de espuma. Deite com a lateral da coxa sobre ele e role, massageando do quadril até o joelho.

Uma vez diagnosticada a lesão, através de uma ressonância magnética ou por exames feitos por um médico especializado, o tratamento se torna necessário, sempre respeitando a individualidade de cada pessoa. Medicamentos também podem ser administrados, mas sempre com orientação médica. Já a fisioterapia é um primeiro e indispensável passo para diminuir o quadro de dor e o déficit do atleta, realizado na avaliação da fisioterapia.

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