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7 benefícios que a prática de exercícios traz para corpo e mente das crianças







Seu filho pratica esportes e faz exercícios apenas nas aulas de educação física? Pois então, saiba que expandir o treinamento para além da escola pode fazer mais por ele do que talvez você suponha. Deixar o videogame, o tablet ou a TV por algumas horas para se exercitar traz ganhos incalculáveis. Não apenas o corpo lucra com o risco menor de obesidade e diabetes e o fortalecimento de ossos, músculos e órgãos. Já se sabe que crianças mais ativas recebem, também, uma dose extra de proteção contra distúrbios da mente, como depressão e ansiedade. De bônus, o exercício ainda desenvolve habilidades como motricidade, coordenação motora e equilíbrio (em todos os sentidos). Vencer o sedentarismo infantil pode ser uma missão árdua no início, mas, se esse combate for bem conduzido, o prêmio será uma criança forte, alegre, disposta e com maiores chances de se tornar um adulto saudável.

Crianças precisam gostar dos exercícios que praticam. Quando a atividade é enfadonha, o risco de desanimar é muito grande. Portanto, quanto mais lúdico e animador for o exercício, melhor. Conheça outros benefícios para o seu filho levantar do sofá:

CORAÇÃO

A prática regular de alguma atividade física provoca adaptações do corpo favoráveis à circulação sanguínea e faz com que o músculo cardíaco se fortaleça, tornando-se mais eficiente. Para trabalhar a parte cardiovascular, o ideal é fazer alguma atividade aeróbica. Com crianças, o melhor são os jogos conhecidos como piques, que envolvem corrida e trabalham a motricidade, a agilidade e o equilíbrio. A atividade física é, ainda, uma maneira comprovada de fazer subir as taxas do HDL, o bom colesterol. Portanto, ajuda a prevenir doenças cardiovasculares.

PULMÃO

Exercícios aquáticos são interessantes para todas as crianças, mas ainda mais para aquelas que sofrem com problemas respiratórios. A natação pode ser indicada para quem tem asma, por exemplo, porque aumenta a capacidade pulmonar e fortalece o diafragma, músculo envolvido na respiração. A modalidade é uma das primeiras opções para os menorzinhos: até bebês podem fazer aulas que visam ambientar a criança na piscina. Entretanto, não deixe de pedir a autorização do pediatra primeiro, pois o esporte é contraindicado em caso de algumas patologias.

OSSOS

Praticar atividade física na infância é extremamente vantajoso para os ossos. Os exercícios auxiliam na fixação do cálcio e favorecem o desenvolvimento das células ósseas nessa fase de crescimento. As meninas, principalmente, são beneficiadas porque se reduz o risco de ter osteoporose na menopausa. Uma boa ideia é praticar exercícios em ambiente externo e ensolarado para auxiliar a fixação da vitamina D nos ossos, porém, sempre no início da manhã ou final da tarde para evitar a radiação solar nociva. Entretanto, estão vetados para crianças movimentos de grande intensidade ou alto impacto, que podem prejudicar o desenvolvimento ósseo.

MÚSCULOS

Ganho de força e melhores músculos são benefícios ofertados pela atividade física regular. Esses ganhos são essenciais para que as articulações funcionem bem e a criança tenha uma boa postura. A musculação em aparelhos, especificamente, não está proibida para crianças, embora não seja tão comum. Para não lesionar a musculatura do seu filho, entretanto, procure uma academia especializada, com programas de treinamento infantil, e fique de olho se o orientador promove um bom aquecimento antes da atividade. O levantamento de peso é proibido na infância. Se o seu filho se interessar por musculação, o ideal é consultar um especialista antes, que pode ser o próprio pediatra ou um médico do esporte.

IMUNIDADE

Maior resistência a infecções é outra utilidade da atividade física. Em longo prazo, como todo o organismo torna-se mais saudável, a melhora do sistema imunológico é uma consequência natural. Pessoas com mais saúde e vigor se recuperam mais rapidamente. Com a finalidade de aumentar a imunidade, os exercícios não podem ser muito intensos e deve haver, pelo menos, um dia de descanso na semana. Atenção: atividade física não cura doença em andamento. Em plena crise, como durante um resfriado, os exercícios devem ser suspensos e dar lugar ao repouso.

METABOLISMO

O controle do peso e, consequentemente, a diminuição do risco de desenvolver diabetes tipo II são, de longe, os grandes benefícios proporcionados pela atividade física às crianças. A obesidade infantil é a responsável, muitas vezes, por mobilizar os pais em busca de alguma prática esportiva para o filho. A conta é simples: se a criança passa o dia dentro de casa, obviamente vai acumular mais calorias do que gastar. Para perder ou manter o peso, é preciso haver um gasto energético maior ou igual ao valor ingerido. Considerando que, atualmente, as crianças acabam abusando de alimentos pobres em nutrientes e muito engordativos, além de corrigir o cardápio, o jeito é colocá-las para malhar o corpo. Antes de decidir a modalidade esportiva, vale fazer uma avaliação com o pediatra ou consultar um especialista. Um ortopedista infantil pode orientar a melhor forma de atividade física para compensar pequenas deficiências, como ligamentos frouxos, por exemplo.

MENTE

No campo emocional, mexer o corpo faz um bem enorme para as crianças. Diminui a ansiedade, melhora a atenção na escola, o sono e controla a agressividade. A depressão infantil também é um mal que pode ser minimizado com a ajuda da prática esportiva, devido à produção de endorfinas pelo cérebro—substâncias que promovem bem-estar. Disciplina, raciocínio e sociabilidade completam o time dos proveitos obtidos nos exercícios.

Escolhendo o que praticar

É importante saber que, para favorecer a saúde da criança, a modalidade escolhida não interfere muito no resultado. Tanto faz se a opção for por futebol, basquete, jiu jitsu, natação ou outro qualquer. Ou até por vários deles. Essencial é ter afinidade com o esporte, praticá-lo com regularidade e levando a sério. Uma alternativa interessante é matricular a criança numa escola de esportes. Além disso, evitar atividades competitivas até 11 ou 12 anos para não haver frustrações.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a frequência deve ser de, no mínimo, 1 hora de exercícios aeróbicos por dia, incluindo as brincadeiras. Você deve considerar, também, qual característica da personalidade precisa ser trabalhada. Um exemplo: crianças com dificuldades em ter disciplina podem se beneficiar das lutas, como o judô, que reforçam esse ponto. Já os tímidos conseguem desenvolver a sociabilidade nas atividades em grupo.

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