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A Educação Física, a Sociedade e o Bullying







Bullying é qualquer tipo de preconceito, seja ele, visual, falado, físico ou psicológico, que visa o divertimento do agressor e o descrédito dos valores ético-morais do agredido. É
qualquer tipo de apelido, de representação de superioridade ou agressão, mesmo que ambos, agressor e agredido, considerem estes eventos mera brincadeira.
Pode ocorrer em diversas esferas da sociedade como: nas comunidades, em escolas, cinemas, universidades, no âmbito familiar, em rodas de amigos, nos esportes, nas boates, nos meios de comunicação em massa, como por exemplo, Orkut e MSN.

O preconceito na sociedade

Goffman (1988) e Perfeito (2011) muito dizem sobre o preconceito na sociedade. Indivíduos com necessidades especiais auditivas, visuais, físicas, mentais, sociais entre outros, são a todo o momento vítimas do preconceito, seja esse falado indiretamente ou diretamente, através de olhares, conversas as escondidas, agressões etc. Estes preconceitos acabam por trazer descrédito para a pessoa estigmatizada, atribuindo-lhe o status de pessoa inferiorizada, incapacitada e muitas vezes, infeliz com sua vida social. Isto traz conseqüências trágicas para aquele que sofre o preconceito e também para a sociedade. É muito comum que o estigmatizado, ou seja, aquele que sofre preconceito e cria um estigma ou sinal de descredibilidade, tenha vontade de se vingar daquele que o faz sofrer. Podemos verificar estes episódios de vingança ao constatar homicídios em lugares públicos ou escolas, onde o ator deste evento é uma pessoa que foi maltratada por grande tempo em tal local social. Existem ainda os casos em que o indivíduo sofre calado e ao não agüentar mais tanta impunidade acaba por se suicidar, pensando este, ser a estratégia mais eficiente para se livrar do fardo causado pelo preconceito.

Segundo reflexões de Perfeito (2011) cada preconceito tem seus termos específicos como: aleijado, retardado, quatro olhos, ceguinha, bichinha, sapatão, baleia, caveirinha, nerd.
Estes são usados como metáforas, não sendo necessariamente um indivíduo portador de deficiências visuais especiais chamado de ceguinho. Devido a estes preconceitos que são sofridos diariamente, o estigmatizado acaba por acreditar que é rebaixado e absorve como suas, as crenças e pensamentos inferiorizados de sua pessoa.

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Rodrigo Silva Perfeito

Graduado em Educação Física - Licenciatura - UERJ

Publicado em Revista EFDesportes (Revista de Educação Física da Argentina)



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