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Atividade física é importante para quem sofreu ataque cardíaco







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Dor torácica, náuseas, mal estar e falta de ar são alguns dos sintomas de um problema que vem preocupando muitos brasileiros. Segundo dados do Ministério da Saúde, acontecem aproximadamente 300 mil infartos por ano no país, sendo que desses casos, cerca de 100 mil pessoas acabam morrendo.

Um estudo recente reforça a importância da atividade física principalmente para aqueles que sofreram um ataque cardíaco. O ataque cardíaco ou infarto do miocárdio ou infarto agudo do miocárdio ocorre quando parte do fluxo de sangue para o coração sofre uma interrupção súbita e intensa.

Isso produz a morte das células do músculo cardíaco (miocárdio). O responsável pelo ataque é a formação de um coágulo, a partir de uma placa de gordura localizada na artéria do coração.
Entra aí o sedentarismo como um fator de risco para a formação dessa placa. A prática de atividade física promove a elevação do colesterol HDL, considerado o bom colesterol, que favorece as artérias.
Os exercícios, principalmente os aeróbicos como corrida, natação e bicicleta, reduzem o ganho calórico do indivíduo, evitando o sobrepeso.

A resistência das artérias ao fluxo de sangue também diminui e com isso ocorre a redução da pressão arterial. Os médicos recomendam exercícios regulares de 30 a 40 minutos, 5 a 6 vezes por semana.
Dentre os esportes sugeridos pelos profissionais estão natação, ginástica aeróbica e caminhada.
O paciente que sofreu um ataque cardíaco e que passa a fazer esportes terá uma melhora significativa na sua gordura circulante no sangue.

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Apesar de sempre indicados, os exercícios físicos apresentam graus de esforços diferentes. Para os pacientes jovens, por exemplo, esforço físico geralmente significa uma atividade que demanda grande gasto energético, como correr ou empurrar um móvel. Já para os idosos, uma simples caminhada, carregar uma sacola ou varrer a casa pode representar grande esforço.
Após o infarto e a alta médica, a recomendação geral é a realização de um esforço físico leve. “Em uma escala de 0 a 10, o nível de cansaço deve ficar entre 2 e 3, o que irá variar de uma pessoa para outra”, explica a dra. Amanda.

Sendo autorizado pelo médico, a caminhada é uma ótima maneira de começar. Procure andar de 10 a 30 minutos por dia, durante um horário em que a temperatura esteja agradável. Outras atividades indicadas após o infarto são:
  • Molhar e cuidar das plantas.
  • Cuidar das roupas (lavar, pendurar e passar).
  • Fazer compras.
  • Carregar e arrumar as compras.
  • Bicicleta ergométrica no nível fácil.
Lembre-se de que todas essas atividades não devem cansá-lo muito, mantendo-se sempre dentro de um nível de esforço leve para você. Procure conversar sobre isso com seu médico. Ele conhece suas limitações e poderá ajudar a pensar nas atividades físicas mais adequadas para você.



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