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10 maiores erros dos professores na academia






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Sem entrarmos em mais delongas, vamos pontuar alguns dos maiores erros e das maiores falhas dos professores de academias, além disso, expor possíveis formas de conseguir resolver esses problemas.

Antes de iniciarmos, é importante entender uma diferença: os aspectos das competências técnicas e as comportamentais. Entendemos os aspectos técnicos voltados principalmente à prescrição dos exercícios por parte dos professores. São competências adquiridas em faculdade, cursos e livros, voltados ao aspecto prático da atividade física no caso das academias. Já as questões comportamentais, adquiridas por autoconhecimento, estão voltadas à forma como o professor se porta, se comunica, domina seus sentimentos e é capaz de se relacionar frente aos clientes.

Vamos aos principais erros dos professores, apontados pelos gestores de forma geral:

1 – Desalinhamento da equipe quanto à técnica dos exercícios

Quantas vezes já não escutamos histórias de alunos que treinavam em uma academia no período da manhã, onde o professor X passou a atividade ''abdominal Estrelinha (exemplo)''. Mas em certo dia este aluno teve de ir treinar no período da tarde, onde o professor Z atendia. Este professor, ao ver o aluno realizando determinado exercício questiona: ''Mas quem te passou isso? Está errado! Não é assim''. Péssimo! Este erro soa como completa desorganização perante o cliente, que fica totalmente perdido e não sabe em quem acreditar! Imagine-se na cabeça deste cliente! Para evitar isso, reuniões de planejamento e alinhamento de processos de atividade, criando um banco de dados de exercícios unificado entre todos os professores surge como a melhor intervenção. Vale lembrar que esse erro não significa não corrigir movimentos errados dos clientes: segurança em primeiro lugar, mas sempre com educação, cordialidade e respeito.

2 – Uso de celular em sala de aula

É um erro, mas ao mesmo tempo pode ser bem aproveitado. Em horários fora de pico, nada impede o professor de utilizar o celular como um ótimo meio de se comunicar com clientes ausentes ou faltantes, bem como estimular a frequência e as campanhas da academia. Vivemos em um mundo altamente conectado. Evitar o uso de celulares já não deve ser a maior preocupação dos donos, mas sim, usar isto ao favor da empresa. É claro que, em horários de pico, de academia lotada, celulares não devem ser permitidos. Foco absoluto no cliente! Tal questão deve ser previamente esclarecida e estabelecida em regimento interno da academia.

3 – Tendência de atendimento

Essa falha é inadmissível! Já cansamos de observar professores que tem o foco voltado a dois tipos de alunos: bem treinados/aderidos e aos ''bonitinhos (as)''. Soma-se a essa tendência, um interesse por vezes em transformar tais alunos em clientes de Personal Trainer, o que faz com que os clientes que mais precisam de atenção (recém-chegados, idosos, crianças e destreinados) fiquem à margem e consequentemente a uma desistência precoce. Um processo descrito de modelo de atendimento, além da supervisão do coordenador são as formas mais simples de resolver tais problemas.

4 – Reclamar da academia

Professores que reclamam da academia, do dono, do salário, da estrutura ou dos aparelhos para os clientes: inadmissível! O professor pode ter pontos de discordância quanto à empresa, mas tais questões devem ser passadas e tratadas diretamente com a gerência, e NUNCA frente aos clientes!

5 – Tentativa de vender suplementos alimentares e/ou esteroides anabolizantes para os alunos

Sequer precisamos detalhar este, certo?! ÉTICA! Sempre!

6 – Não escutar DE VERDADE o cliente

Professores não buscam entender e compreender de verdade o cliente, seus problemas, suas maiores dores, seus verdadeiros objetivos, os intrínsecos, os motivadores reais, os gatilhos emocionais, sabendo motivar o aluno de forma genuína em prol da manutenção em atividade física.

7 – Não ensinar seus alunos

O professor em sala de aula tem se limitado à prescrição de exercício, acompanhamento, por vezes correção… e só! Isso já era! Devemos aproveitar cada momento de interação aluno-professor para ensinar, conscientizar e educar nosso cliente. Pequenas dicas alimentares, de descanso e treinamento são sempre bem-vindas: cliente informado é cliente satisfeito!

8 – Pecar na aparência e Marketing Pessoal

Outro erro inadmissível! Professor com barba mal feita, cheirando mal, suado, molhado, roupa rasgada, tênis, camiseta ou shorts sujo, ou então o pior: com mau hálito! Os professores são, junto as recepcionistas, as interações principais dos clientes com a empresa. O Professor deve prezar sempre pelo bom marketing pessoal, sempre bem vestido, portado, limpo, cheiroso, unhas e cabelos cortados, bem como as roupas em perfeito estado. Observação: inadmissível o uso de bonés e óculos escuros! Isso é o mínimo que o cliente espera. Outro detalhe que DEVE estar no regimento interno da academia ou em descrição de cargo e processos internos.

9 – Atrasos

Outro erro que poupa explicações. Margens de aceitação (Ex: 5 minutos) devem ser previamente estabelecidos. Bons profissionais sempre chegam com minutos de antecedência ao trabalho.

10 – Insistir em métodos antigos e ultrapassados de treinamento

Acredito que estes erros são pequenos quando comparados ao maior problema que enfrentamos hoje nas academias: Insistir em métodos antigos e ultrapassados de treinamento. Temos um perfil de cliente MUITO diferente frequentando as academias hoje. O exercício físico deve ser DIVERTIDO, deve ser prazeroso. O cliente não gosta de musculação, e quando chega, tem que fazer a mesma série de adaptação, igual a que fez na última vez que tentou começar. Logo na cabeça desse cliente já vem: ''Mas de novo? A mesma coisa? Eu não gosto disso!''. Nós, profissionais de educação física, devemos de uma vez por todas assumir nosso papel de PROFESSOR dentro de sala de aula, ensinando, educando nossos alunos e principalmente motivando-os a fazer o que lhe dá prazer e vontade de voltar para a academia. Não adianta manter-se no princípio da totalidade (trabalhar sempre o corpo todo) se isso NÃO estimula seu aluno. No começo, devemos dar ao cliente o que ele QUER, e não apenas o que ele precisa.

Devemos ultrapassar a barreira dos primeiros 3 meses, onde o ENCANTAMENTO deste cliente se faz necessário, para que ele mantenha sua frequência até a segunda barreira: dos 6 meses, onde podemos passar a considerar este cliente como um aluno aderido a atividade física.

Chega do mesmo. Chega de se preocupar apenas com qual exercício é melhor ou mais importante. Qual trabalha melhor tal feixe de fibra muscular. Se o cliente não gosta, não se motiva, não adianta insistir! Devemos nos preocupar em COMO manter esse aluno em movimento, para sempre. E isso apenas acontece se a atividade for prazerosa e divertida para o cliente.


Retirado daqui


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