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Tipos de avaliação na Educação Física Escolar






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Na Educação Física, como em todas as outras áreas, para avaliar bem é preciso definir os objetivos, pois eles determinam o conteúdo a ser trabalhado e os critérios para observar a evolução da aprendizagem. Exemplos: descobrir o próprio corpo para utilizá-lo melhor em atividades motoras básicas (correr, saltar) ou específicas (passes no basquete ou handebol, chutes no futebol) e compreender e respeitar as regras de um jogo e agir cooperativamente.

Algumas décadas atrás, predominava, na Educação Física, um modelo tecnicista no qual a avaliação era feita de acordo com critérios de rendimento, principalmente o esportivo. Como crítica a esse modelo, dizia-se que os alunos que já tinham uma disposição para a prática esportiva eram muito bem conceituados, mesmo participando pouco da aula ou quando não se interessavam por ela. Além disso, os estudantes com mais dificuldades para executar os movimentos técnicos dos esportes, por mais esforçados que fossem, tinham sempre um baixo desempenho avaliativo. Esse argumento incontestável serviu para que o critério "rendimento técnico" fosse abandonado; e a avaliação, repensada.

Depois do modelo tecnicista, nunca houve um consenso quanto à avaliação. Alguns professores exigem trabalhos teóricos em que são cobrados, na maioria dos casos, progressões pedagógicas, sistemas técnico-táticos e, principalmente, a história das modalidades esportivas. Mas esse tipo de avaliação é falho porque, com a série de recursos disponíveis na Internet, os alunos podem facilmente produzir um trabalho sem sequer ler o conteúdo que foi solicitado. Além disso, esse método leva ao mesmo erro do modelo tecnicista: centrar as aulas de Educação Física — que têm um amplo repertório de atividades ao seu dispor — em um único conteúdo: os esportes.

Outros professores simplesmente se apropriaram do modelo usado pelas demais disciplinas e aplicam uma prova ao término do bimestre. Esse padrão também não é o mais adequado em virtude da desvinculação entre teoria e prática. No caso da Educação Física, nenhuma prática pode ser destituída de uma teoria explicativa, pois, caso contrário, a aula simplesmente se transforma em um recreio prolongado. Por mais lúdica que seja a prática de Educação Física, ela sempre deve ter seus objetivos, mesmo que sejam imperceptíveis aos alunos e a quem observa a aula. E, se a prática não pode ser desvinculada de uma teoria, tampouco a teoria pode ser destituída da prática. Portanto, as provas, de maneira alguma, cumprem a função de verificar se um conteúdo prático (ligado ao movimento) foi assimilado pelo educando.

Outra forma de avaliação bastante comum e que também vem sendo questionada é aquela que usa como critério único o comparecimento do estudante e sua participação nas aulas. O problema é que, ao aluno, é permitido faltar até a 25% das aulas e, dessa forma, esse tipo de avaliação fere uma lei do MEC. Além disso, o professor pode facilmente se confundir, considerando o aluno extrovertido como participativo e o estudante tímido como menos esforçado.

Eu já vi esses tipos de avaliação serem usadas em escolas. Independente de qual seja usada, há de se ter um parâmetro para todos os anos escolares a fim de notar a evolução do alu

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