Header Ads

Inserção do professor de Educação Física no Programa de Sáude da Família






  A Educação Física (EF) é uma ciência que nas últimas décadas vem se estruturando, conseguindo se configurar como uma importante área de estudos e pesquisa. E uma de suas subáreas que cada vez mais vem ganhando destaque, nos últimos vinte anos, é a de atividade física (AF) e promoção da saúde, principalmente pela enorme quantidade de trabalhos que vem sendo publicado no meio científico. (PITANGA, 2002).

    As novas evidências, vem comprovando cada vez mais, a importância e contribuição da atividade física para a melhoria da qualidade de vida de uma população. Isso se confirma, através de relações entre sedentarismo, como fator de risco, e estilo de vida ativo, como fator de proteção a doenças hipocinéticas e crônico-degenerativas, que é atualmente grande fonte de preocupação mundial no que se refere à Saúde Pública. (ACSM, 2003).

    Com relação à origem desses agravos, precisamos nos atentar, que um dos principais fatores de risco é um estilo de vida sedentário e estressante que são características do modo de produção capitalista. Neste sistema econômico, que se consolidou no século XIX, os interesses de uma minoria dominante correspondem às suas necessidades de acumular riquezas, gerar mais renda, ampliar o consumo, o patrimônio e garantir o poder para manter a posição privilegiada que ocupa na sociedade e a qualidade de vida construída a custa da "exploração" da classe trabalhadora. (SOARES et al, 1992). Desde então, o homem trabalhador, para garantir a sua sobrevivência, passou a transformar o seu tempo de vida em tempo de trabalho, sofrendo, assim, um grande desgaste que na maioria das vezes lhe impossibilita usufruir de alguns bens humanos como o lazer, a educação e a atividade física.

    Percebemos que todo o conhecimento produzido acerca da atividade física e saúde, poucas vezes é colocado e aplicado a serviço da sociedade, o que pode ser constatado através de um trabalho apresentado por acadêmicos de Educação Física da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) durante o 8º Congresso de Pesquisa e Extensão (CONPEX) em 2004, no qual retratou que 57% dos profissionais de EF de Jequié - BA atuam em academias e Clínicas particulares (OLIVEIRA et al, 2004), contrastando com os profissionais de outras áreas a exemplo da Medicina, Enfermagem e Fisioterapia, cujo campo maior de atuação é a Saúde Pública.

    Acreditamos que talvez esse fato perpasse por vários motivos, dentre eles: a) O desconhecimento da comunidade sobre a importância do trabalho deste profissional, o que acaba influenciando na falta de interesse da população em cobrar das autoridades públicas a sua atuação no sistema de saúde; e b) Os ranços históricos desta área do conhecimento, que até pouco tempo, não priorizava a atuação na Saúde Pública.

    Dessa forma, percebemos que somente uma minoria que tem condições de usufruir de tais serviços, pagando uma academia, um personal trainer, ou às vezes, fazendo parte de clubes e associações sociorecreativas/desportivas, tem a "possibilidade" de ter um acompanhamento e orientação do professor de EF, enquanto a parte majoritária passa a ter acesso muito limitado ao seu conhecimento, se restringindo apenas às informações transmitidas através da mídia, que em sua grande parte são equivocadas, já que, quase sempre visam objetivos estéticos, que estão diretamente relacionados com o consumo e a comercialização de produtos, inclusive o corpo.

    Diante deste contexto, apresentamos como um possível local para intervenção do professor de EF o programa de saúde da família (PSF), que surge como uma das alternativas de (re)orientação do modelo de atenção à saúde, e é entendido como resultante do estabelecimento de vínculos e a criação de laços de compromisso e co-responsabilidade entre os poderes políticos, os profissionais de saúde e a comunidade. O PSF caracteriza-se como uma estratégia que possibilita a integração e promove a organização das atividades de atenção à saúde, em uma determinada área de abrangência, na tentativa de propiciar o enfrentamento e resolução dos problemas identificados. (BRASIL, 1997). Propõe-se a trabalhar com o princípio da vigilância à saúde, apresentando uma característica de intervenção inter e multidisciplinar.

    O objetivo deste trabalho é iniciar algumas discussões acerca da inserção do professor de Educação Física no PSF.


A Educação Física e sua relação histórica com a saúde e a qualidade de vida

    Para que possamos entender como a Educação Física (EF) surgiu, é preciso compreender o contexto histórico e a razão pela qual ela se instituiu.

    Segundo Soares et al. (1992, p.50), "[...] podemos afirmar que ela surge de necessidades sociais concretas que, identificadas em diferentes momentos históricos, dão origem a diferentes entendimentos do que dela conhecemos". No entanto, para desenvolvermos um melhor entendimento, faz-se necessário que retornemos a raiz.

    Na Grécia antiga, a Atividade Física (AF) conseguiu uma grande representatividade através da ginástica, que era praticada somente por homens livres. Na sua essência, essa atividade tinha como principal objetivo o culto ao corpo, que se relacionava ao pleno estado de contemplação e veneração na busca de uma aproximação, pelo menos física, dos deuses. Também visava a moral e a estética. (BARBOSA, 2001). Mais tarde, ela ganhou fins bélicos e passou a ser utilizada também no treinamento dos gladiadores. (PITANGA, 2002).

    Logo após a revolução de 1789, que deu origem a uma grande mudança no sistema político e econômico, destituindo a nobreza e o clero do poder, inviabilizando assim, a relação servo-senhor feudal e afirmando a burguesia enquanto classe dominante, surgiu uma outra relação de dominação, dessa vez burguesia-proletariado. Com a afirmação dessa sociedade capitalista em fins do século XVIII e início do século XIX, surge à necessidade de se constituir um novo homem, mais forte, ágil e resistente, capaz de responder a essa nova sociedade. (SOARES et al, 1992; BARBOSA, 2001).

    Dessa forma, segundo Soares et. al. (1992, p.51):

O trabalho físico, então, na Europa dos anos oitocentos, passa a merecer atenção das autoridades estatais, e liga-se ao tema dos cuidados físicos com o corpo [...] - os quais incluíam a formação de hábitos como: tomar banho, escovar os dentes, lavar as mãos - que se faziam presentes, também, os exercícios físicos, vistos exclusivamente como fator higiênico.

    Com esse papel, nasce na Europa no final do século XVIII e início do século XIX, em âmbito escolar, a EF. Ela surgiu através da sistematização de jogos, ginástica, dança e equitação em exercícios físicos, sendo que as primeiras formas estruturais partiram da ginástica e foram denominados métodos ginásticos. Autores como o sueco Ling, o francês Amoros e o alemão Spiess tiveram o mérito de aliar ao desenvolvimento da EF na escola um espaço de respeito e privilégio.

    No desenvolvimento do conteúdo da EF escolar, o médico tinha papel destacado, orientando a função dessa disciplina na escola. As aulas eram ministradas por instrutores físicos do Exército, que aplicavam nestas instituições os rígidos métodos militares de disciplina e hierarquização, cujo projeto visava à construção do homem disciplinado, obediente, submisso e respeitador da ordem social. (SOARES et al, 1992).

    No Brasil, a EF higienista predominou até 1930. Segundo Guiraldelli Jr. (1994, p.18), esta concepção acreditava ser capaz de "redimir o povo de 'seu pecado mortal, que é a ignorância', e que o leva as condições de deteriorização da saúde". Na verdade, o que existe na Educação Física higienista é uma pseudopreocupação com a saúde da população, já que a lógica é tornar o homem "saudável" através do exercício, para depois sugar toda a sua energia na produção.

    Nas quatro primeiras décadas do século XX, foi marcante no Brasil a influência dos métodos ginásticos e da instituição militar, principalmente no período de 1930 a 1945. (BARBOSA, 2001). É importante ressaltar, que os profissionais que atuavam na EF eram instrutores das instituições militares, pois nesta época não havia escolas de formação de professores dessa área do conhecimento, sendo a primeira criada em 1939. (BRASIL, 1939 apud SOARES et al, 1992). No final da década de 40, com o término da II Guerra Mundial e inspirada no ideal liberal da Escola Nova, surgiu a tendência definida por Guiraldelli Jr. (1994) como Pedagogicista, que defendia um caráter educacional mais efetivo, com ênfase na pedagogia. A partir dos anos 70, influenciada pelo sucesso de algumas equipes nacionais no exterior, a EF volta-se quase que exclusivamente para o interesse esportivo, cujo pressuposto básico era formar equipes desportivas competitivas.

    Dessa forma, o que podemos perceber nesse breve passeio histórico, é que a AF relacionada à saúde, com o interesse de contribuir para uma melhor qualidade de vida dos indivíduos, não era um objeto de estudo privilegiado pela EF.

    Na verdade este interesse só começou a acontecer a partir de 1945, quando ocorreu um aumento significativo de doenças como úlceras pépticas, câncer de pulmão e doença arterial coronariana, ou seja, quando se iniciou a era das doenças crônico-degenerativas. Os estudos de caso-controle conseguiram demonstrar que a gênese destas doenças está ligada a uma rede multicausal, da qual faz parte o estilo de vida, o meio ambiente e os aspectos sociais, onde o sedentarismo aparece como um dos fatores determinante de agravos à saúde. (PITANGA, 2002).


Organização e função do Programa de Saúde da Família

    Segundo Franco e Merhy (2000, p.2), o PSF foi concebido pelo Ministério da Saúde (MS) em 1994, com o objetivo de proceder

A reorganização da prática assistencial em novas bases e critérios, em substituição ao modelo tradicional de assistência, orientado para a cura de doenças e no hospital. A atenção está centrada na família, entendida e percebida a partir do seu ambiente físico e social o que vem possibilitando as equipes de saúde da família uma compreensão ampliada do processo saúde/doença e da necessidade de intervenções que vão além de práticas curativas.

    Portanto, o que percebemos é que o PSF se dispõe a trabalhar com o princípio da vigilância a saúde, apresentando uma característica de intervenção inter e multidisciplinar. Também se mostra como uma estratégia que busca tornar possível a integração e promover a organização de atividades em uma certa área de abrangência, visando oportunizar o enfrentamento e a conseqüente resolução dos problemas identificados.

    As principais metas do PSF apontadas pelo MS são: a) Prestar, na Unidade de Saúde da Família (USF) e no domicílio, assistência integral, contínua, com resolubilidade e boa qualidade às necessidades de saúde da população adscrita; b) Intervir sobre os fatores de risco aos quais a população está exposta; c) Eleger a família e o seu espaço social como núcleo básico de abordagem no atendimento à saúde; d) Humanizar as práticas de saúde através do estabelecimento de um vínculo entre os profissionais de saúde e a população; e) Proporcionar o estabelecimento de parcerias através do desenvolvimento de ações intersetoriais; f) Contribuir para a democratização do conhecimento do processo saúde/doença, da organização dos serviços e da produção social da saúde; g) Fazer com que a saúde seja reconhecida como um direito de cidadania e, portanto, expressão da qualidade de vida; h) Estimular a organização da comunidade para o efetivo exercício do controle social. (BRASIL, 1997).

    O MS acredita que "por seus princípios, o PSF é, nos últimos anos, a mais importante mudança estrutural já realizada na Saúde Pública no Brasil". (BRASIL, 2000, p.317). O Ministério ainda alerta, que o modelo de atenção preconizado pelo PSF, já foi implantado em outros países como o Canadá, Reino Unido e Cuba, resolvendo mais de 85% dos agravos encontrados. Além disso, o programa possibilita uma forte interação entre o MS, estados, municípios e comunidades.

    Entretanto, autores como Franco e Merhy (2000), acreditam que o PSF tem sua essência circunscrita, prioritariamente, ao campo da vigilância à saúde. Seu trabalho é centrado no território de acordo as concepções desenvolvidas pela Organização Pan-Americana de Saúde, ou seja, nos cuidados a serem oferecidos para ações no ambiente, não dando o merecido valor ao conjunto de práticas clínicas individuais para os casos em que os processos mórbidos já se instalaram. Estes autores chamam atenção que, dessa forma, o PSF desarticula sua capacidade substutiva (transformadora), reduzindo o trabalho vivo em ato, saúde, normas e regulamentos definidos conforme o ideal de vigilância à saúde. Assim, por não atuar também na direção da clínica, dando-lhe real valor com propostas ousadas a exemplo da "clínica ampliada", termina agindo na linha auxiliar do modelo médico hegemônico. É como se o PSF estivesse delimitando os terrenos de competência entre a Equipe de Saúde da Família (ESF) e a corporação médica, com o PSF cuidando da saúde coletiva e a corporação médica da saúde individual.

    As críticas dos autores supracitados indicam que o programa exagera onde está o problema do atual modelo tradicional de assistência, contudo não o decifra e acaba sendo abafado pelo modelo médicocentrado, operando centralmente na produção de procedimentos e não na produção do cuidado e da cura.

    Com relação à implementação do modelo, as diretrizes a serem seguidas devem ser operacionalizadas de acordo com as características regionais, municipais e locais.

    No entanto, toda USF deve trabalhar com uma área de sua responsabilidade. Pode ser composta por uma ou mais equipes, a depender do número de famílias a ela vinculada. O MS recomenda que uma equipe seja responsável por um território onde residam de 600 a 1000 famílias, com o limite máximo de 4500 habitantes. Cada equipe mínima deve ser composta por um médico, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem e 5 a 6 agentes comunitários de saúde. Outros profissionais, a exemplo do professor de EF, podem ser inseridos de acordo com as demandas e características locais.

    A principal atribuição dos profissionais da ESF é facilitar e estimular a população a exercer o seu direito de participação em todos os encaminhamentos e fiscalização das políticas públicas de saúde, para que através da participação popular haja adequação das ações de saúde às necessidades da população. (BRASIL, 1997).


Possíveis contribuições do professor de Educação Física para o PSF e a realidade de Jequié

    Como podemos perceber, a relação da atividade física (AF) com a saúde até alguns anos atrás, não era objeto de estudo em destaque pela EF, no que diz respeito à questão epidemiológica, visando contribuir com a qualidade de vida da população.

    No entanto, atualmente a AF e saúde vem se constituindo em uma das mais importantes áreas de estudo e pesquisa. Isso se evidencia pela enorme quantidade de ensaios experimentais que vem sendo publicados na literatura, cujos interesses são verificar os efeitos benéficos da AF sob variáveis fisiológicas, metabólicas, morfológicas e psicológicas. (PINTO et al, 2003; FARINATTI et al, 2005; KHAWALI et al, 2003; PORTO et al, 2002; TAMAYO et al, 2001).

    Vários estudos analíticos, com base em trabalhos epidemiológicos prospectivos e pesquisas de base laboratorial, quantificaram os muitos benefícios de um estilo de vida fisicamente ativo, são eles: diminuição nos fatores de riscos para doença arterial coronariana, diabetes e hipertensão; menor incidência de osteoporose e alguns tipos de câncer; gordura corporal total reduzida; pressão arterial reduzida em repouso; mortalidade e morbidez reduzidas; menor ansiedade e depressão; sensações de bem-estar aprimoradas; e melhor desempenho nas atividades laborativas, recreativas e desportivas. (CIOLAC & GUIMARÃES, 2004; PITANGA, 2002; ACSM, 2003). Um estudo de caso-controle, realizado por Silva et al no Brasil, demonstrou que a prevalência de infarto agudo do miocárdio foi significativamente maior nos indivíduos que não cultivavam o hábito de realizar AF no passado. (SILVA et al, 1998).

    Para melhor explicitarmos as possíveis contribuições e relevância do professor de Educação Física no PSF, acreditamos que seja necessário caracterizar o programa e apontar alguns dados do município de Jequié - BA em relação ao quadro de morbimortalidade.

    De acordo com o DATASUS, doenças endócrinas nutricionais e metabólicas, doenças do aparelho circulatório e respiratório, juntas foram responsáveis por 25,9% de todas as internações hospitalares no ano de 2003; sendo que as cardiovasculares juntamente com as respiratórias corresponderam a 41,97% de todas as internações na população com mais de 50 anos. (DATASUS, 2003).

    No que se refere à mortalidade, somente as doenças cardiovasculares e as respiratórias foram responsáveis por 40,2% de todos os óbitos no município neste mesmo ano, sendo que na população imediatamente acima dos 50 anos, estas corresponderam a 51,77%. (DATASUS, 2003).

    Diante do quadro exposto e dos possíveis benefícios que a AF pode proporcionar a saúde individual ou coletiva, acreditamos que intervenções dos professores de Educação Física em conjunto com outros profissionais de saúde no PSF podem causar um grande impacto na Saúde Pública de Jequié, uma vez que programas de orientação e prescrição de AF junto às famílias acompanhadas pela ESF poderiam interferir nos fatores de risco das doenças crônicas, previnindo-as e diminuindo suas complicações, prolongando a vida com mais qualidade; contribuindo possivelmente com a redução da prevalência dessas doenças e, conseqüentemente, na diminuição significativa no índice de morbimortalidade do município.


Considerações finais

    Uma vez que a Estratégia de Saúde da Família tem, dentre suas diretrizes, a intersetorialidade e multidisciplinaridade visando à promoção, proteção e recuperação da saúde, constata-se que o professor de Educação Física (EF) atende ao perfil para composição desta equipe.

    Uma vez inserido na Equipe de Saúde da Família (ESF), o professor de EF será capaz de desenvolver ações que sejam compatíveis com as metas desta estratégia. Poderá atuar avaliando o estado funcional e morfológico dos sujeitos acompanhados, estratificando e diagnosticando fatores de risco à saúde; prescrevendo, orientando e acompanhando atividades físicas, tanto para as pessoas ditas "saudáveis", objetivando a prevenção e a promoção da saúde, como para grupos portadores de doenças e agravos, utilizando-a como tratamento não farmacológico, e intervindo nos fatores de risco; socializando junto à comunidade a importância da atividade física com base em conhecimentos científicos e desmistificando as concepções equivocadas acerca de sua prática.

    Este trabalho teve como objetivo iniciar algumas discussões acerca da temática abordada, porém percebemos que há ainda carência quanto aos estudos relacionados a esta questão na literatura, o que acaba por sugerir que novos trabalhos e pesquisas sejam realizados com o intuito de ampliar esta discussão.


Referências bibliográficas

  • AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 6. edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

  • BAHIA. Secretaria Municipal de Saúde de Jequié. SIAB. Jequié: 2004 a.

  • _______ . Secretaria Municipal de Saúde de Jequié. Relatório de Gestão. Jequié: 2004b.

  • BARBOSA, Cláudio L. de Alvarenga. Educação Física Escolar: as representações sociais. Rio de Janeiro: Shape, 2001.

  • BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Saúde da Família. Revista Saúde Pública, São Paulo, v. 1, n. 34, p. 316-9, 2000.

  • _______. Saúde da Família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Brasília: Ministério da Saúde, 1997.

  • CIOLAC, Emmanuel Gomes; GUIMARÂES, Guilherme Veiga. Exercício físico e síndrome metabólica. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 10, n. 4, p. 319-324, jul/ago. 2004.

  • DATASUS. Caderno de informações de saúde: Informações gerais. Ministério da Saúde: Secretaria Executiva, 2003.Disponível em http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/cadernosmap.htm Acesso em: 20 abr. 2005.

  • FARINATTI, Paulo de Tarso Veras et al. Programa domiciliar de exercícios: efeitos de curto prazo sobre a aptidão física e pressão arterial de indivíduos hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v. 84, n. 6, p. 473-479, jun. 2005.

  • FRANCO, Túlio; MERHY, Emerson. PSF: contradições e novos desafios. São Paulo: Conferencia Nacional de Saúde On-Line, 2000. Disponível em: http://www.datasus.gov.br/cns/temas/tribuna/PsfTito.htm. Acesso em: 23 dez. 2000.

  • GUIRALDELLI Jr., Paulo. Educação Física Progressista. São Paulo: Loyola, 1994.

  • KHAWALI, Cristina; ANDRIOLO, Adagmar; FERREIRA, Sandra Roberta G. Benefícios da atividade física no perfil lipídico de pacientes com diabetes tipo 1. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v. 47, n. 1, p. 49-54, fev. 2003.

  • OLIVEIRA, Carlos Eduardo F. Pirôpo de et al. Identificando campos de atuação do profissional de Educação Física no município de Jequié - BA: Análises introdutórias. In: CONGRESSO DE PESQUISA E EXTENSÃO (CONPEX), 8., 2004, Itapetinga. Anais. Itapetinga: UESB, 2004.

  • PINTO, Vivian Liane Mattos; MEIRELLES, Luisa Ribeiro de; FARINATTI, Paulo de Tarso Veras. Influência de programas não-formais de exercícios (doméstico e comunitário) sobre a aptidão física, pressão arterial e variáveis bioquímicas em pacientes hipertensos. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 9, n. 5, p. 267-274, set/out. 2003.

  • PITANGA, Francisco José Gondim. Epidemiologia, atividade física e saúde. Revista Brasileira Ciência e Movimento, Brasília, v. 10, n. 3, p. 49-54, jul. 2002.

  • PORTO, Marcus C. Vaz et al. Perfil do obeso classe III do ambulatório de obesidade de um hospital universitário de salvador, Bahia. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabolismo, v. 46, n. 6, p. 668-673, dez. 2002.

  • SILVA, Marco Aurélio Dias da Silva; SOUSA, Amanda G. M. R.; SCHARGODSKY, Hernan. Fatores de risco para infarto do miocárdio no Brasil: Estudo FRICAS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v. 71, n. 5, p. 667-675, 1998.

  • SOARES, Carmem Lúcia et al. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992. - (Coleção magistério. 2º grau. Série formação do professor).

  • TAMAYO, Álvaro et. al. A influência da atividade física regular sobre o autoconceito. Estudos de Psicologia, Natal, v. 6, n. 2, p. 157-165, jul/dez. 2001.


Você não pode perder:

Treinamento Funcional 200 Exercícios - Aprenda Montar Seu Treino
100 planos de aulas + 100 atividades de Educação Física Escolar
Drive Virtual de Educação Física

Tecnologia do Blogger.