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Americanos levam Nobel por explicar 'mercados' de saúde e educação






Os americanos Alvin Roth, da Universidade de Harvard, e Lloyd Shapley, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), ganharam o Prêmio Nobel de Economia deste ano por sua teoria sobre como relacionar agentes de mercados.

A teoria permite aos analistas entenderem como as pessoas agem em determinados contextos e tomam suas decisões, ajudando na identificação de tendências em setores como os de saúde e educação.

Segundo a Academia de Ciências Sueca, responsável pelo prêmio, a teoria de Roth e Shapley abre um campo de pesquisa promissor e com grandes possibilidades de aplicações práticas.

Ela serve para analisar, por exemplo, o comportamento de médicos buscando locais para trabalhar e o de hospitais procurando médicos. Também o de estudantes e universidades, doadores e receptores de órgãos ou trabalhadores e empresas.

"O prêmio deste ano está relacionado a um problema central da economia: como combinar diferentes agentes da melhor forma possível", explicou a academia sueca em um comunicado.

"Por exemplo, estudantes têm que ser combinados com escolas. Como fazer isso da maneira mais eficiente possível? Quais métodos são favoráveis para quais grupos? O prêmio vai para dois economistas que responderam a essas questões."

Pelo Nobel, Roth e Shapley receberão US$ 1,2 milhão (R$ 2,4 milhões).

O Nobel de Economia foi criado pelo Banco Central da Suécia. Tecnicamente, não é um Nobel, pois não foi estabelecido pelo testamento de Alfred Nobel, milionário que doou sua fortuna para criar a premiação.


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